Manual para Aprendiz de Fantasma


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Annibal Augusto Gama
FUNPEC-Editora
2001, p 184

Annibal Augusto Gama estréia com uma obra-prima da literatura fantástica, escrita com lirismo de antiquário, não o comerciante de antiguidades, mas o antiquário da alma humana que mergulha em sua face noturna, à cata de tesouros perdidos. Um livro para todas as idades, que nos liberta das convenções intelectuais, morais e políticas que nos aprisionam desde o iluminismo, que tantas vezes confundiu as trevas da ignorância com a magia e os sortilégios da noite. Bendita a lição dos fantasmas, que nos devolvem o direito ao sonho.

 

“Na literatura brasileira da segunda metade do século 20,Annibal Augusto Gama terá de ultrapassar a duras penas essa zona de sombra a qual o ineditismo o condenou. Por que insis­tiu em permanecer inédito por tanto tempo? Ele tem hoje quase 80 anos e só começou a publicar seus livros em 2000. Em 2002, lançou “50 anos falando sozinho: poemas reunidos” (FUNEPC-Editora), uma reunião de sua obra poética (cerca de 600 páginas) que foi acintosamente ignorada pelos suplementos literários mais conhecidos e pelos poucos críticos em atuação. Uma “grandeza clandestina”, conforme assinala Mário Chamie no prefácio. Basta­riam alguns poemas como A lista telefônica, O semeador, A flauta de Coelho Neto e Natureza morta para alçá-lo definitivamente entre os grandes poetas do nosso tempo, em que a limpidez ima­gística e a suprema ironia são marcas suas e inesquecíveis.”

Francisco A. Moura Duarte
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